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sábado, 23 de maio de 2009

Buenos Aires, agora... @ 06:58

Amigos.
Bom, depois da corrida do cao que foi ontem de Porto Alegre para Buenos Aires, pois sai de de Porto às seis, nao dormi porque tinha que fazer as malas depois de brincar com os meus filhos, antes disso, como sabem os loucos do Bestiario, eu só corri de uma lado para outro para fazer dessa jornada a aventura perfeita, ou quase perfeita. Eu tive até que abandonar a faxina do estudio que comecei no dia 7 de abril, pos finalizar Telencéfalos.
Para quem vem para o Festival e quer uma dica de como sair do aeroporto Ezeiza, eu dou uma dica: Usar essa empresa de transporte Manuel Tienda León, assim que sair pelo portao de desembarque vai ver diversas stands e entre elas dessa empresa, e só comprar a passagem que custa 40 pesos e rapidamente se está na Capital (Buenos Aires). Outra alternativa é usar um taxi, ou carros particulares chamado remises sai por U$ 45,00 uns 130 pesos. Há outra alternativa para os mais durangos, usar um onibus de linha que custa 2 pesos (mas dizem que a seguranca é pequena para quem viaja com malas, pois o onibus passa por bairros bem pesados, mas acho isso coisa de maricon), esse onibus basta pegar a informacao com os funcionarios do aeroporto, ou no balcao de informacoes, parece que funciona até às 23 horas, mas essa informacao nao é segura. Eu esqueci de dizer que essa viagem nesse busun é de 3 horas.

Bom, voltando a aventura...a chegada no areoporto Ezeiza foi coisa de filme, aqui a paranóia da gripe suína tá mais teatral, pois diversos esquemas e documentos precisam ser feitos. Diversos funcionários usam máscaras, dentro do aviao jogam um exprei maluco, um rexona, tudo muito estranho, parece cena do Arquivo-X.
Entrei no onibus e apaguei quando vi já estava na cidade de Buenos Aires, na Capital. Do terminal fui para o hotel, o mais barato aqui, mas minha reserva foi considerada nao identificada, puta merda! Sai cheio de malas nas calles porteñas até um café para pensar em uma saída dessa situacao, pensei em ligar para algum amigo, mas vejam, seria uma coisa estranha pois nao falo com os meus os intimos amigos argentinos ha anos, e era sexta de manha, umas dez horas, madrugada para o grande amigo Ramiro Coll, eu nao quero ser mala. A alternativa foi buscar outro hotel. Fui para o Hotel Reina, barato, estiloso e cheio de baratas (hoje acordei com uma barata na minha cama). Entrei no hotel, fui para o meu quarto, senti um puta medo, hotel do horror! Mas o cansaco era maior.

Acordei, fui para las calles, isso devia ser umas duas da tarde, eu perco a nocao do tempo em Buenos Aires, fiz cambio e descobri que os meus 10 reias valem 17 reais aqui! Urra! Estou rico!

Tomei uma quilmes, fiquei alegre e fui para o Recoleta conhecer os organizadores do Festival Viñetas Sueltas.
Continua...

Revista Picabu

Seguindo a tradição brasileira segundo a qual TUDO pode (e deve) ser corrompido, a revista Peek-a-boo passou a se chamar PICABU. Na verdade, a revista atingiu sua 4ª edição - depois de um hiato de 17 anos - mantendo o molde libertário e a fidelidade pelo improviso.

Flertando com a dualidade CORPO x REALIDADE, a palavra mágica escolhida para despertar a gana do grupo Bestiario foi "corpo humano". O fato é que o "corpo humano" não é apenas um elemento temático. É, antes disso, um portal para o fantástico. Cruzá-lo é multiplicar o fascínio perturbador.


Following the Brazilian tradition according to which everything can (and should) be corrupted, the magazine Peek-a-boo was renamed Picabu. Actually, the magazine reached its fourth edition - after a hiatus of 17 years - keeping the Libertarian mold and loyalty by improvisation.

Flirting with the dualism between BODY and REALITY, the magic word chosen to awaken the hunger of the group was "human body". The fact is that the "human body" is not just a thematic element. But is rather a portal to the fantastic. Cross it is to multiply the fascination disturbing.


bestiario

Carlos Ferreira Moacir Martins Nik Neves Rafael Sica Fabiano Gummo Rodrigo Rosa Leandro Adriano

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